Projeto do ABC Tower de 1996 publicado na Revista AU - 102 (jun/jul 2002)
quarta-feira, 27 de março de 2013
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Teatro e Centro de Convenções de Botucatu
![]() |
| perspectiva: Denis Antonio Cavallini |
A proposta arquitetônica do Centro de Convenções e
Teatro de Botucatu é contemporânea e brasileira. Nasce da necessidade social e
cultural da cidade. Concepção do projeto apoiada por representantes da
UNESP, sociedade civil e prefeitura.
Urbanisticamente implantado, em topo de colina, em
área de expansão urbana planejada, pela prefeitura local, como Novo Centro
Cívico.
De forma indutora de qualidade urbanística, foram
agregadas suas várias funções com autonomia de execução e gestão.
A Arquitetura proposta cumpre os objetivos
pretendidos com solução humana, ambiental, funcional, construtiva e estética,
simultaneamente dosados, na qualificação de sua forma emblemática, novo Centro
da comunidade.
A arquitetura do Teatro esculpe o solo mesclando
estética e função, organiza espacialmente o solo, deixa flutuar grande
cobertura triangular metálica apoiada em tímpanos lateral em concreto. A forma
determina vãos livres, balanços, gerencia energia solar e organiza a acústica dos teatros (interno com 2.000 lugares e externo para shows de 30.000 pessoas).
A
proposta, de configuração imponente, redesenha o terreno criando a plateia do
palco de shows sobre conexão de acessos entre o Teatro e o Centro de
Convenções. O Teatro, o Foyer, a plateia externa, disposta naturalmente em
talude escultórico, articula o Complexo.
Como
resultado, a nova ligação entre o Teatro e o Centro de Convenções se dá através
de túnel, ora fechado, ora aberto, em nível com o terreno natural.
O Centro
de Convenções e Exposições de estrutura modular com possibilidade de expansão,
contem como ponto de convergência o Centro de Convivência (restaurantes,
serviços e comercio) do Complexo.
Fica
realçada a possibilidade efetiva da construção em estágios dos componentes do Complexo Arquitetônico.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Usina Açucareira São Manoel SA - Sede Social
![]() |
Sede Social de agroindústria
implantada em área de ex-viveiro de mudas para manejo ambiental, local drenado
por corpos d’água naturais. Impunha-se a inserção da arquitetura permeável
permitindo a integração entre os espaços internos e externos. Evitando uma
grande construção obstruindo o espaço optou-se por volume central marcante,
acomodando as funções sociais, articulado com volumes menores ao redor que
abrigam as funções complementares. As integrações funcionais não são
convencionais, permitem a penetração dos espaços externos nos volumes tendo a
circulação coberta, através de terraços, que deixam permeáveis o interno e
externo. Valoriza-se paisagem, arquitetura e paisagismo. Foi garantida a unidade do conjunto com o emprego de materiais simples e naturais:
telha de barro, madeira e piso cimentado. A concepção arquitetônica da estrutura articula 4 núcleos de 4 apoios que, pela distribuição e posicionamento, vence grande vão em madeira.
![]() |
![]() |
Maquete do projeto original de 2003 estabelece a composição do volume central articulador dos complementares.
paisagismo: shinzo okuda
imagens: tadeu fessel e n.mezerani
segunda-feira, 4 de junho de 2012
“NOVA PAULISTA” ,em “galeria”
Os
escritórios NADIR MEZERANI arquitetura urbanismo ltda. e FIGUEIREDO
FERRAZ, Consultoria e Engenharia de Projeto S.A. através de seu
presidente Engenheiro João Antonio Del Nero, autores do projeto
“NOVA PAULISTA” de 1967, cujas obras foram interrompidas em 1973
pela demissão, por motivos políticos, do Prefeito José Carlos de
Figueiredo Ferraz , anexam em seus sites, solução em “galeria”
deste PROJETO.
![]() |
| Imagens: Denis Cavallini |
Esta
proposta revela mais detalhes alem dos publicados em 2011, contida no
livro “O CONCRETO NO BRASIL, Obras Especiais, Contos Concretos”,
Volume IV, de autoria do engenheiro Augusto Carlos de Vasconcelos.
O
Projeto NOVA PAULISTA, agora requer execução em “tunel” para
veículos e corredor exclusivo de coletivos integrados às galerias
inferiores de pedestres, comercio e serviços, liberando a pretendida
“Esplanada” arborizada, garantindo acesso restrito às garagens
dos edifícios e faixa central especifica para veículos de
emergências na superfície.
A “Esplanada” arborizada
contextualiza as galerias de pedestres sob os atuais passeios
públicos, recuperando os espaços públicos sob usos indevidos,
propostas defendidas pelos escritórios há décadas.
Esta
solução recupera o objetivo principal de separação das diferentes
funções da Avenida garantindo a necessária ambientação
urbanística.
Adapta-se hoje, tecnicamente a menor incomodo construtivo, e
viabiliza a concessão de uso dos espaços nos subsolos públicos aos
edifícios particulares. Contempla estudos de adaptação das
interconexões viárias, projetadas originalmente, com as Avenidas 9
de Julho, Praça Osvaldo Cruz , Avenida 23 de Maio e em “túnel”
,também através da Rua Bernardino de Campos, que aflora antes do
Viaduto Santa Generosa.
Refletirão
estudos específicos para as ruas paralelas à Avenida, reurbanização
da Rua Vergueiro ,Domingos de Moraes e acesso em galeria de saída
de veículos para Rua Major Natanael.
Durante quatro décadas, a Avenida símbolo da cidade, vem recebendo
crescente demanda de veículos, pedestres e manifestações públicas,
tornando caótica a circulação pela Avenida. Comprovando a
indiscutível necessidade deste projeto, tornando publica a luta
pela revalorização ambiental da região.
Já
em 1991 , os escritórios mencionados haviam recuperado o conceito
original do projeto , em “túnel semi aberto”, adaptando-o às
Estações Consolação,Trianon e Brigadeiro em seus mezaninos ,
devido a elevação do grade dos trilhos do METRÔ .
Os
autores deste complexo trabalho urbanístico de engenharia,
arquitetura e logística construtiva, conhecedores de suas
responsabilidades, direitos profissionais e deveres como cidadãos ,
divulgam este trabalho com objetivo precípuo de sensibilizar os
poderes públicos, e colocar-se à disposição para seu
desenvolvimento e apresentação, independente de quaisquer vínculos
partidários, à retomada desta obra urbanística para a enaltecida
Avenida Paulista.
Arquiteto
Nadir Curi Mezerani Engenheiro João Antonio Del Nero
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Projeto Nova Paulista
Atualizando as informações do Projeto Nova Paulista, divulgamos a recente entrevista que demos a "Brothers in Pictures" sobre a historia da Avenida Paulista.
Disponíveis dois vídeos: um que expõe entrevista na integra -"making of"; e o segundo contextualizando o projeto ao objetivo da Empresa junto a Secretaria da Cultura de São Paulo
Nova Paulista - Making of
http://www.youtube.com/watch?v=GD5iTBnmBns&feature=relmfu
Nova Paulista - Final
http://www.youtube.com/watch?v=ZPHKYxRD1cI
quinta-feira, 5 de abril de 2012
PROJETO NOVA PAULISTA
Este trabalho, conhecido como 'NOVA PAULISTA" , tem peculiaridades históricas e técnicas, cuja extensão e conteúdos são difíceis de serem compreendidos em desenho síntese, mas o temos exposto em nosso blog e site como meio de atender a alta procura de informações que o mesmo suscita desde fins da década de 60.
Dentro do possível, contribuimos neste período de mais de quatro décadas , "abrindo" nosso escritório divulgando ou atendendo: arquitetos,urbanistas, profissionais de todas as áreas, políticos ,entidades de bairros, bienais, estudantes , televisão, rádio, revistas ,palestras, livros ,artigos, teses e à população com divulgação em periódicos .
O material anexo foi produzido para atender a produção do livro "O CONCRETO NO BRASIL",do renomado eng. Augusto Carlos de Vasconcelos,conforme abaixo reproduzido em parte.
Dentro do possível, contribuimos neste período de mais de quatro décadas , "abrindo" nosso escritório divulgando ou atendendo: arquitetos,urbanistas, profissionais de todas as áreas, políticos ,entidades de bairros, bienais, estudantes , televisão, rádio, revistas ,palestras, livros ,artigos, teses e à população com divulgação em periódicos .
O material anexo foi produzido para atender a produção do livro "O CONCRETO NO BRASIL",do renomado eng. Augusto Carlos de Vasconcelos,conforme abaixo reproduzido em parte.
Estudo 01:Esplanada, pista de veículo em túnel semi-aberto,passagens de pedestres sob ruas transversais,galerias de cultura e comércio sob os passeios de pedestres.Solução,hoje de maior impacto urbano na execução das obras
Estudo 02:Esplanada, pista de veículos em túnel,passagens de pedestres sob ruas transversais,galeria de cultura e comércio sob os passeios de pedestres.Solução,hoje,de menor impacto urbano na execução das obras.
Galerias inferiores,interligadas com a esplanada da Paulista,obtida com o rebaixamento da via de circulação de veículos,sob o passeio atual,enriquecidas com uso de interesses públicos;centros de cultura,lazer,serviços,bancas de jornais,flores,café,circulação de pedestres incluindo passagens sob ruas transversais,incorporam valores urbanos à centralidade da avenida.
O acesso de pedestres,a iluminação a ventilação do passeio inferior se dão através de aberturas circulares cobertas por cúpulas transparentes móveis recobertas por semi-calotas metálicas também móveis (nas passagens de pedestres nas esquinas transversais,toda transparente),servindo internamente com o suporte de artes visuais inferior acervo de arte ao longo da avenida.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
































